O feijão é mesmo um vilão?

24 de setembro de 2018

Quando se trata de desconforto intestinal, o feijão é um dos alimentos mais lembrados pelos consumidores. Muitas pessoas deixam, inclusive, de consumir esse rico alimento com medo dos possíveis efeitos colaterais. Mas será que ele deve mesmo ser evitado?

No Brasil, o feijão é componente essencial em vários pratos tradicionais, seja o carioquinha para o dia-a-dia ou o preto para a feijoada. Esse legume versátil é recomendado pelo Guia Alimentar para a População Brasileira, escrito pelo Ministério da Saúde, como um super alimento.

Quem deixa de consumir feijão, deixa de ingerir uma fonte riquíssima de vitaminas e minerais. O feijão é fonte de vitaminas do complexo B, que controlam a sensação de cansaço e fadiga e de potássio, que é essencial para o bom funcionamento do sistema circulatório. Além disso, o feijão é um aliado no combate à anemia, já que ajuda o corpo na absorção de ferro.

Com Digeliv, o arroz com feijão, dupla tradicional da culinária brasileira, podem voltar para sua mesa. Digeliv ajuda na digestão de carboidratos fermentáveis como o feijão. Com ele você pode voltar a consumir leguminosas sem se preocupar com sensação de estufamento e inchaço, já que a enzima Alfa Galactosidase quebra os carboidratos em monossacarídeos, moléculas melhores e de mais fácil absorção.

Fonte: Guia Alimentar da População Brasileira